Gestão de Resíduos

FÁBRICA DE METAIS

RESÍDUO METÁLICO

O resíduo metálico proveniente dos processos é reutilizado internamente ou se torna matéria-prima de fornecedores.

ÓXIDO DE ZINCO

Gerado no processo de fundição das unidades de São Paulo e Jacareí, esse resíduo é captado pelo sistema de exaustão. Em São Paulo, é vendido para um terceiro, que recupera o zinco. Em Jacareí, o resíduo é enviado para outra empresa, que o transforma em matéria-prima para a indústria siderúrgica.

AREIA DE FUNDIÇÃO

Uma parte da areia utilizada no processo produtivo (confecção de machos) é tratada e reutilizada por nossos fornecedores. O restante (areia de molde) é enviado para beneficiamento e vira matéria-prima em siderúrgicas.

ÁGUA

Em 2014, a economia gerada pelas estações de reúso no processo de galvanoplastia foi de 96 milhões de litros, em São Paulo, e de 115 milhões de litros, em Jundiaí.

A água é reaproveitada no próprio processo galvânico.

FÁBRICA DE LOUÇAS

QUEBRA DE LOUÇA

Louças defeituosas ou danificadas passam por um moedor e entram na composição da massa cerâmica que dará origem a novas peças. Assim, evita-se que o material – ou pelo menos parte dele – vire lixo e seja descartado em aterros sanitários.

RESÍDUO DE ARGILA

Parte das sobras do peneiramento de argila é usada para fazer a barbotina – mistura pastosa usada como matéria-prima para a fabricação das louças. Dessa forma, reduz-se a destinação do material para aterros sanitários, minimizando o impacto ambiental.

CALOR DOS FORNOS

Um sistema recupera 100% do calor dos fornos em que as louças são queimadas. Em vez de ser liberado para o ambiente, ele é usado para gerar energia térmica, diminuindo o consumo de gás natural no aquecimento de massa e na secagem de peças.

GASES DE EFEITO ESTUFA

Em virtude da utilização de gás natural, os fornos túneis usados para queimar as louças consomem menos gás natural e os fornos intermitentes geram menos emissão de gases de efeito estufa (GEEs)

ESMALTE DE OVERSPRAY

Todo o material desperdiçado durante o procedimento de esmaltagem das louças é recuperado e volta para a fabricação de esmalte, permitindo 100% de reaproveitamento do overspray gerado no processo.

ENERGIA ELÉTRICA

Utilizados na fabricação de esmalte, os moinhos contínuos reduzem em até 70% o consumo de energia em comparação com os moinhos convencionais de batelada.